Temos vivido dias MUITO difíceis por aqui. Desses que a gente parece que não tem forças nem pra falar ou escrever a respeito, sabe?
Dias ruins todo mundo tem. O problema é quando esses dias se estendem demais e vão intercalando dia ruim após dia ruim e parece que ficamos sem forças pra esperar pelos dias bons.
Pois é. A crise da Lili não passou. Ela continua mega agarrada comigo, mega chorona, comendo e dormindo mal.
Até aí "tudo bem". Só que o que já está difícil ainda pode piorar.
Em abril naquele ensaio fotográfico de dia das mães que fizemos notei um dos olhinhos da Alice meio torto, coisa sutil.
Fui adiando (por preguiça e por achar que não era nada). No início de Junho os dois olhos já estavam bem tortos.
No dia 22 fomos ao oftalmopediatra e lógico que o diagnóstico foi estrabismo. O tratamento: tampão em ambos olhos (intercalando os olhos), 6h por dia, inicialmente por 2 meses para nova avaliação.
Meu mundo caiu. Eu já esperava mas não esperava, dá pra entender? rs Meu culpei, me questionei, chorei. Nenhuma mãe quer ver um filho sofrendo e vamos combinar que o tampão é necessário mas bem sofrido ne?
Ainda estamos em adaptação (amanhã está completando 2 semanas) mas está sendo MUITO difícil. Ela chora mto pra por, pede o dia td pra tirar, chora pra tirar (na escola é mais fácil mas em casa Só Deus).
E tem sido tão difícil pra ela que tem mudado até seu comportamento. Na escolinha estão dizendo que ela está mais quieta, brincando menos. Comecou a roer as unhas, mas como as unhas sao curtinhas "come" as cuticulas e acabou fazendo feridas feias nos dedinhos.
No 2° dia voltou a fazer xixi na roupa (mas já passou graças a Deus) e no 3° dia começou com uma diarréia inexplicável que me tirou o sono por uns 4 ou 5 dias.
Tenho tentado ser forte para e por ela, dar bastante carinho, atenção, explicar com paciência. Mas tenho fraquejado tanto, chorado escondido... que vontade de desistir, deixar seus olhinhos tortos mas que ela volte a ficar feliz de novo. Mas sou sua mãe e preciso fazer o que é certo, não o que é mais fácil.
E so me resta pedir mto a ajuda de Deus, para que Ele nos ajude a superar mais essa fase nas nossas vidas.
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Estrabismo + tampão + estresse = tudo junto e misturado
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"Vencendo" o Terrible Two!
Olá! Como estão
Faz alguns meses, escrevi sobre a crise do "terrible two" que estávamos vivendo antes mesmo de Alice completar 2 anos, lembram?
Pois bem, foram dias, aliás meses, BEM difíceis, desses da gente já achar que chegou ao limite.
Mas a BOA NOTÍCIA é que agora quase aos 2 anos e meio essa crise parece estar se acalmando.
Alice continua "surtada" (haha), ainda quer espernear aos "não", ainda quer achar que é a dona da razão e do mundo MAS também parece que está crescendo, compreendendo melhor as coisas, as nossas conversas estão sendo mais eficazes.
Ela quer assistir o desenho bem na hora do meu programa preferido, eu converso com ela, negociamos, explico que eu vou assistir o programa e ela vai fazer outra coisa e que depois, se ela se comportar, vai poder assistir o desenho.
Birras no shopping... Alice quer porque quer ir no parquinho do shopping brincar, mas estamos com pressa ou sem grana, sentamos com ela, explicamos o que viemos fazer ali, o quanto nos deixa chateados quando ela começa a agir daquela forma, que voltaremos em outro dia.
E por incrível que pareça, em vários dias tem funcionado!!!! #obrigadaSenhor
Lógico que tem dias que conversar as vezes até piora a situação rs mas no geral ela tem entendido bem nossas conversas e está bem mais cooperativa.
Birras são normais nesses primeiros anos da infância (e não, isso não tem nada a ver com a sua criação!) mas creio que isso não pode se tornar regra e sim, em momentos excepcionais.
Eu me perguntei muito o que faria para que essa fase passasse (lembrando que ela NÃO passou! Só teve uma melhora significativa!) mas a única coisa que descobri e é o conselho que posso dar: paciência!
É difícil mesmo! A gente pensa que vai pirar mesmo! Mas cada mãe vai descobrindo aos pouquinhos uma forma de lidar com as birras, de conversar a criança e agora eu tenho certeza... um dia vai passar! rs
Faz alguns meses, escrevi sobre a crise do "terrible two" que estávamos vivendo antes mesmo de Alice completar 2 anos, lembram?
Pois bem, foram dias, aliás meses, BEM difíceis, desses da gente já achar que chegou ao limite.
Mas a BOA NOTÍCIA é que agora quase aos 2 anos e meio essa crise parece estar se acalmando.
Alice continua "surtada" (haha), ainda quer espernear aos "não", ainda quer achar que é a dona da razão e do mundo MAS também parece que está crescendo, compreendendo melhor as coisas, as nossas conversas estão sendo mais eficazes.
Ela quer assistir o desenho bem na hora do meu programa preferido, eu converso com ela, negociamos, explico que eu vou assistir o programa e ela vai fazer outra coisa e que depois, se ela se comportar, vai poder assistir o desenho.
Birras no shopping... Alice quer porque quer ir no parquinho do shopping brincar, mas estamos com pressa ou sem grana, sentamos com ela, explicamos o que viemos fazer ali, o quanto nos deixa chateados quando ela começa a agir daquela forma, que voltaremos em outro dia.
E por incrível que pareça, em vários dias tem funcionado!!!! #obrigadaSenhor
Lógico que tem dias que conversar as vezes até piora a situação rs mas no geral ela tem entendido bem nossas conversas e está bem mais cooperativa.
Birras são normais nesses primeiros anos da infância (e não, isso não tem nada a ver com a sua criação!) mas creio que isso não pode se tornar regra e sim, em momentos excepcionais.
Eu me perguntei muito o que faria para que essa fase passasse (lembrando que ela NÃO passou! Só teve uma melhora significativa!) mas a única coisa que descobri e é o conselho que posso dar: paciência!
É difícil mesmo! A gente pensa que vai pirar mesmo! Mas cada mãe vai descobrindo aos pouquinhos uma forma de lidar com as birras, de conversar a criança e agora eu tenho certeza... um dia vai passar! rs
Uma ótima semana para todos!!!
Filhos são nossos pontos fracos
Joelhos ralados nos partem o coração.
Narizes escorrendo nos fazem perder o sono.
Tombos acabam com nossos dias.
Febres nos tiram o chão.
Somos mães.
E eles são a parte mais importante das nossas vidas. Dos nossos corações.
A parte mais sensível de todas.
A dor deles nos dói em dobro.
As lágrimas deles parece que vem de nossas almas.
Filhos são nossos pontos fracos.
Aguentamos noites em claro.
Comemos quando nos sobra tempo (e não quando temos fome).
Suportamos jornadas duplas, triplas de trabalho.
Escondemos nossas lágrimas.
Engolimos nossa dor.
Mas não nos peça para aguentar ver a cria sofrendo.
Talvez essa seja nossa única fraqueza.
Não poder transformar a dor de nossos filhos em nossa própria dor.
Ah e acredite! Como gostaríamos, se pudéssemos!
(Larissa Melo)
A realidade de uma criança intolerante à lactose
Pra quem não sabe Alice tem intolerância à lactose. Até agora era relativamente tranquilo lidar com isso mas agora a medida que ela cresce, entende mais as coisas, sente vontades tem ficado bem mais difícil.
Aqui em casa ela toma o leite sem lactose e as coisas que preparamos pra ela (estrogonofe, panquecas, bolos, doces...) fazemos com ingredientes sem lactose ou de soja. Sem problemas.
O problema é fora de casa. Festinhas de crianças tem sido muito complicadas porque ela já conhece o sabor dos docinhos e agora quer tudo. E como negar doces a uma criança em uma festa de crianças? Sei que para o bem dela eu deveria negar mas não consigo. O que faço é controlar a quantidade, bem pouco de cada sei que não fará mal mas quando a quantidade extrapola já sei que serão uns 3, 4 dias sem dormir, de muito chororô, dor de barriga, gases e diarréia (e nem os remédios pra esses sintomas dão jeito).
Quando ela entrou na escola isso foi uma preocupação muito grande, orientei todos muito bem, pedi atenção redobrada. No início eu levava o leite dela mas ela não bebia na escola e acabei não mandando mais.
Durante mais de 6 meses tudo transcorreu normalmente até umas semanas atrás. Várias funcionárias foram trocadas e acho que a informação não foi passada. Em uma sexta vi na agenda que ela tinha bebido vitamina mas na hora nem liguei. Na mesma noite ela começou a passar mal. Foram 3 dias difíceis ahté que me lembrei da tal vitamina. A dona da escola ficou sem graça, pediu desculpas e tal, não tinha mais o que fazer mesmo (imagina se fosse uma criança com aplv, imagina o perigo!)
Outra situação foi agora na Páscoa. Essa é a terceira Páscoa da Alice mas a primeira que ela comeu chocolate pra valer. Na primeira ela tinha 4 meses, até ganhou ovos mas ficou só no leitinho da mamãe com certeza. Ano passado ela tinha 1 ano e 4 meses ganhou mtos ovos e amou os brinquedos, brincou com as embalagens, fez gracinha, mas não se interessou e nem nós demos o que tinha dentro.
Daí chega 2016, 2 anos e quase 4 meses, Alice já conhece o sabor doce, já conhece chocolate (mto raramente compramos pra ela o sem lactose e as vezes em festa deixamos ela provar uma trufa ou um pirulito de chocolate. Então agora ela sabe o que quer e saber pedir. Mais uma vez... Não consigo negar... :( e logo na primeira noite vem o resultado.
Pior de tudo que os ovos que ela ganha são de pessoas próximas e que sabem da intolerância dela.
Sinceramente acho que oferecer algo a uma criança sem perguntar aos pais ou oferecer mesmo sabendo com o discurso "come! Ah só um pouquinho não faz mal!" não é maldade das pessoas, acho realmente que não há intenção de fazer mal a criança. Há sim a falta de interesse e de preocupação. E a pior, de informação.
Tem gente que acha que alergia alimentar é frescura da mãe "ah essas mães naturebas de hoje em dia" (sim, eu escuto isso!) E não se preocupam em pesquisar, se informar, saber o quanto pode ser perigoso e não respeitam a decisão da mãe, se a criança não pode comer ou ela simplesmente não acha que deve oferecer essa decisão da mãe deve ser respeitada, sem questionamentos, sem críticas.
E enfim assim vamos vivendo, esperando o dia em que a cura chegará e Alice não precisará por todos esses transtornos.
Bjos e até dias melhores...
Aqui em casa ela toma o leite sem lactose e as coisas que preparamos pra ela (estrogonofe, panquecas, bolos, doces...) fazemos com ingredientes sem lactose ou de soja. Sem problemas.
O problema é fora de casa. Festinhas de crianças tem sido muito complicadas porque ela já conhece o sabor dos docinhos e agora quer tudo. E como negar doces a uma criança em uma festa de crianças? Sei que para o bem dela eu deveria negar mas não consigo. O que faço é controlar a quantidade, bem pouco de cada sei que não fará mal mas quando a quantidade extrapola já sei que serão uns 3, 4 dias sem dormir, de muito chororô, dor de barriga, gases e diarréia (e nem os remédios pra esses sintomas dão jeito).
Quando ela entrou na escola isso foi uma preocupação muito grande, orientei todos muito bem, pedi atenção redobrada. No início eu levava o leite dela mas ela não bebia na escola e acabei não mandando mais.
Durante mais de 6 meses tudo transcorreu normalmente até umas semanas atrás. Várias funcionárias foram trocadas e acho que a informação não foi passada. Em uma sexta vi na agenda que ela tinha bebido vitamina mas na hora nem liguei. Na mesma noite ela começou a passar mal. Foram 3 dias difíceis ahté que me lembrei da tal vitamina. A dona da escola ficou sem graça, pediu desculpas e tal, não tinha mais o que fazer mesmo (imagina se fosse uma criança com aplv, imagina o perigo!)
Outra situação foi agora na Páscoa. Essa é a terceira Páscoa da Alice mas a primeira que ela comeu chocolate pra valer. Na primeira ela tinha 4 meses, até ganhou ovos mas ficou só no leitinho da mamãe com certeza. Ano passado ela tinha 1 ano e 4 meses ganhou mtos ovos e amou os brinquedos, brincou com as embalagens, fez gracinha, mas não se interessou e nem nós demos o que tinha dentro.
Daí chega 2016, 2 anos e quase 4 meses, Alice já conhece o sabor doce, já conhece chocolate (mto raramente compramos pra ela o sem lactose e as vezes em festa deixamos ela provar uma trufa ou um pirulito de chocolate. Então agora ela sabe o que quer e saber pedir. Mais uma vez... Não consigo negar... :( e logo na primeira noite vem o resultado.
Pior de tudo que os ovos que ela ganha são de pessoas próximas e que sabem da intolerância dela.
Sinceramente acho que oferecer algo a uma criança sem perguntar aos pais ou oferecer mesmo sabendo com o discurso "come! Ah só um pouquinho não faz mal!" não é maldade das pessoas, acho realmente que não há intenção de fazer mal a criança. Há sim a falta de interesse e de preocupação. E a pior, de informação.
Tem gente que acha que alergia alimentar é frescura da mãe "ah essas mães naturebas de hoje em dia" (sim, eu escuto isso!) E não se preocupam em pesquisar, se informar, saber o quanto pode ser perigoso e não respeitam a decisão da mãe, se a criança não pode comer ou ela simplesmente não acha que deve oferecer essa decisão da mãe deve ser respeitada, sem questionamentos, sem críticas.
E enfim assim vamos vivendo, esperando o dia em que a cura chegará e Alice não precisará por todos esses transtornos.
Bjos e até dias melhores...
Como lidar com uma "adolescente" de 2 anos de idade?!
Oi pessoal!
Tudo bem?
Por aqui td indo... a partir de agora estarei um pouco mais ausente por aqui mas prometo aparecer sempre que der (marido trocou de emprego e tive que assumir várias obrigações dele em casa, mudanças no quarto da Alice que ainda estão se ajustando a adaptação do sono dela, meus últimos dias de férias e um moooonte de coisas pra por em dia... enfim, espero que esteja justificada rs)
Mas vamos falar do título? Dessa "linda" (#sqn) fase em que minha pequena se encontra...
Acredito que td mãe ou futura mãe já ouviu falar no "Terrible Two", a "crise" de comportamento que as crianças podem passar com 2 anos de idade. Mas eu creio que nenhuma mãe SABE realmente o que é essa fase até passar por ela.
Alice está com quase 2 anos e 2 meses e assim que completou 2 (na vdd um pouco antes) mudou completamente seu comportamento. Se eu pudesse resumir em uma palavra seria: Socorro!!! Kkkk
Ela nunca foi um bebê tranquilo e comportado, isso é fato. Mas mesmo geniosa e cheia de personalidade nada se assemelha a agora.
Do dia pra noite ela passou a achar que é moça, que é independente, e só faz o que quer. Quer vestir a roupa sozinha, escovar os dentes sozinha e não aceita ajuda e também não consegue fazer sozinha, aí já viu o escândalo né?
E pense no escândalo! Por tudo e qualquer coisa!
Ela quer rasbicar a parede? Não pode! Choro, grito e escândalo. Ela quer bala antes do almoço? Não pode! Choro, grito e escândalo. Ela quer subir em cima da mesa de vidro? Não pode! Choro, grito e escândalo. Tá o maior sol lá fora mas ela quer chuva? Não tem como! Choro, grito e escândalo. Tá no meio do shopping/mercado e ela quer aquele produto caro e nada a ver? Não vai ganhar! Choro, grito e escândalo.
Será que deu pra ter uma mínima idéia do que estou falando?! rs
Claro que essa crise tem toda uma explicação psicológica e física que vc encontra a rodo por aí na net, mas aqui estou falando da parte prática. Do que estamos enfrentando e de como lidar.
Na verdade eu ainda não sei bem lidar com isso! rs na maioria das vezes acabo surtando, estressadissima, sou humana ué! Aqueles momentos que você acha que já chegou ao limite, que acaba gritando, chorando? Quem nunca?
Mas já percebi que isso é bem pior. Quando consigo manter a calma (o que é MEGA difícil!), respirar fundo e simplesmente ignorá-la (já que na maioria das vezes explicar porque disse não para ela, não funciona) passa mais rápido.
O que tem funcionada aqui também é o castigo. Muita gente é contra e blá blá blá mas aqui tem sido positivo. Alice recebe 2 avisos pata parar de se comportar mal e já sabe que no terceiro terá castigo, então mtas vezes só os avisos já funcionam.
Caso seja necessário, levo ela pro quarto e peço pra sair só qdo estiver calma e pronta pra pedir desculpas. Sei que ela é novinha, mas juro que ela entende!
Ai ai e assim vamos levando, birras após birras, na esperança desse "Terrible two" passar logo e chegarmos ao "Sweet Three" haha... posso sonhar?
E aí, como estão as coisas por aí? Tamos juntas, amiga?
Alguma mamãe pra me dizer que isso passa logo? Kkkk
Bjos e fiquem com Deus!
![]() |
| Alice, 2 anos, estudante, mini-adulta, prazer! :) |
Sobre o que eu nunca contei pra vcs...
Oi, amigas, o post é bem longo, então quem tiver interesse no assunto.... só um pouquinho de paciência ok :)
Já mencionei algumas vezes por alto, mas nunca abordei esse assunto de fato, do jeito que realmente foi.
Por mto tempo tive vergonha, me senti culpada. Mas hj sinto que já tenho forças pra reviver isso td de novo.
Eu tive depressão pós parto depois do nascimento da Alice.
No começo eram só episódios de choro, de estresse, eu pensava ser os hormônios, um simples baby blues que passaria logo. Mas não foi assim.
Os dias foram passando, as dificuldades da maternidade aumentando (icterícia nos primeiros dias, cólicas nos primeiros meses, picos de crescimento, introdução do LA) td isso somado ao cansaço, ao sono, a falta de tempo pra mim, a baixa auto estima foram me desnorteando. Tudo isso que eu falei é natural para praticamente tds bebês e mtas mães tb passam por isso, mas de alguma forma, não sei, eu não conseguia lidar com td isso, não tinha forças.
Não sei ao certo o que causou, mas sei o que eu sentia. Não me entendam mal, eu amei minha filha desde o primeiro instante, eu nunca a culpei de nada (mesmo pq ela foi extremamente desejada, esperada, planejada) e graças a Deus (sim, ainda poderia ter sido pior) jamais passou pela minha cabeça fazer qualquer mal a ela.
Meu problema era comigo. Eu me sentia extremamente triste, uma tristeza que chegava a doer o peito, uma tristeza que nunca vou conseguir explicar. Eu não queria mais existir como pessoa, não queria amigos, não queria ser esposa, não queria ser mulher, ser humano, queria ser mãe e pq minha filha precisava. E foi por ela que eu não desisti.
Muitas vezes eu pensei em morrer. Ficava hrs planejando isso, aí olhava pra Alice e eu sabia que eu precisava estar ali pra ela.
E pra completar td esse turbilhão eu tinha mta vergonha de contar para as pessoas o que eu sentia pois essa deveria ser a fase mais feliz da minha vida, tinha medo que não me entendessem, que não me achassem merecedora de ter a minha filha, de ser mãe.
Hoje consigo ver que eu estava doente, que eu precisava de ajuda, que eu precisava falar, gritar, me tratar. Eu não seria a primeira e nem a última mulher a passar por aquilo, mas na minha cabeça isso não existia.
Meu marido via que existia algo de errado comigo mas tb não entendia bem o que era, afinal eu não conversava, só brigava com ele (por td) e sem motivo. Ele foi de uma paciência impressionante.
Eu não fiz tratamento, não tomei remédios, não procurei ajuda profissional. Por isso demorou tanto para passar, pq tive que lutar sozinha, só com a força dentro de mim que eu nem sabia que tinha e com o amor que sentia pela minha família e principalmente pela Alice.
Não sei exatamente quando melhorou mas foi um processo gradativo e um dia quando eu vi, só sentia vontade de chorar de felicidade por tudo que estava vivendo, senti que as dificuldades não me derrubavam mais.
Porque eu escrevi esse post agora, tanto tempo depois? Pq esses dias conversando com o marido sobre ter outro filho daqui alguns anos, ele me disse sinceramente que não quer ter outro filho pq não quer que eu passe por td aquilo novamente.
Fiquei sentida mas o entendi, a diferença agora é que caso aconteça novamente eu não vou mais sofrer sozinha, eu vou pedir ajuda.
E é isso o que eu gostaria com esse post. A depressão pós parto é uma realidade e não escolhe as vítimas, por isso se vc teve um bebê (que pode ter sido recentemente ou não) e sente uma tristeza que não é passageira, não se cale. Fale com sua família, busque apoio e procure seu GO que certamente vai te encaminhar para um especialista.
Bjo para tds e fiquem com Deus!
Já mencionei algumas vezes por alto, mas nunca abordei esse assunto de fato, do jeito que realmente foi.
Por mto tempo tive vergonha, me senti culpada. Mas hj sinto que já tenho forças pra reviver isso td de novo.
Eu tive depressão pós parto depois do nascimento da Alice.
No começo eram só episódios de choro, de estresse, eu pensava ser os hormônios, um simples baby blues que passaria logo. Mas não foi assim.
Os dias foram passando, as dificuldades da maternidade aumentando (icterícia nos primeiros dias, cólicas nos primeiros meses, picos de crescimento, introdução do LA) td isso somado ao cansaço, ao sono, a falta de tempo pra mim, a baixa auto estima foram me desnorteando. Tudo isso que eu falei é natural para praticamente tds bebês e mtas mães tb passam por isso, mas de alguma forma, não sei, eu não conseguia lidar com td isso, não tinha forças.
Não sei ao certo o que causou, mas sei o que eu sentia. Não me entendam mal, eu amei minha filha desde o primeiro instante, eu nunca a culpei de nada (mesmo pq ela foi extremamente desejada, esperada, planejada) e graças a Deus (sim, ainda poderia ter sido pior) jamais passou pela minha cabeça fazer qualquer mal a ela.
Meu problema era comigo. Eu me sentia extremamente triste, uma tristeza que chegava a doer o peito, uma tristeza que nunca vou conseguir explicar. Eu não queria mais existir como pessoa, não queria amigos, não queria ser esposa, não queria ser mulher, ser humano, queria ser mãe e pq minha filha precisava. E foi por ela que eu não desisti.
Muitas vezes eu pensei em morrer. Ficava hrs planejando isso, aí olhava pra Alice e eu sabia que eu precisava estar ali pra ela.
E pra completar td esse turbilhão eu tinha mta vergonha de contar para as pessoas o que eu sentia pois essa deveria ser a fase mais feliz da minha vida, tinha medo que não me entendessem, que não me achassem merecedora de ter a minha filha, de ser mãe.
Hoje consigo ver que eu estava doente, que eu precisava de ajuda, que eu precisava falar, gritar, me tratar. Eu não seria a primeira e nem a última mulher a passar por aquilo, mas na minha cabeça isso não existia.
Meu marido via que existia algo de errado comigo mas tb não entendia bem o que era, afinal eu não conversava, só brigava com ele (por td) e sem motivo. Ele foi de uma paciência impressionante.
Eu não fiz tratamento, não tomei remédios, não procurei ajuda profissional. Por isso demorou tanto para passar, pq tive que lutar sozinha, só com a força dentro de mim que eu nem sabia que tinha e com o amor que sentia pela minha família e principalmente pela Alice.
Não sei exatamente quando melhorou mas foi um processo gradativo e um dia quando eu vi, só sentia vontade de chorar de felicidade por tudo que estava vivendo, senti que as dificuldades não me derrubavam mais.
Porque eu escrevi esse post agora, tanto tempo depois? Pq esses dias conversando com o marido sobre ter outro filho daqui alguns anos, ele me disse sinceramente que não quer ter outro filho pq não quer que eu passe por td aquilo novamente.
Fiquei sentida mas o entendi, a diferença agora é que caso aconteça novamente eu não vou mais sofrer sozinha, eu vou pedir ajuda.
E é isso o que eu gostaria com esse post. A depressão pós parto é uma realidade e não escolhe as vítimas, por isso se vc teve um bebê (que pode ter sido recentemente ou não) e sente uma tristeza que não é passageira, não se cale. Fale com sua família, busque apoio e procure seu GO que certamente vai te encaminhar para um especialista.
Bjo para tds e fiquem com Deus!
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Eu sou mãe...
Oi, pessoal! Td bem
Essa semana li esse texto na página do face "Mães, cesária & cia." escrito pela Lisah e resolvi compartilhar aqui com vcs.
A cada palavra meus olhos se enchiam de lágrimas pq parece ter sido escrito exatamente para mim, ou seja, pra vc tb que é mãe.
Então prepare o coração, o lencinho e boa leitura.
Essa semana li esse texto na página do face "Mães, cesária & cia." escrito pela Lisah e resolvi compartilhar aqui com vcs.
A cada palavra meus olhos se enchiam de lágrimas pq parece ter sido escrito exatamente para mim, ou seja, pra vc tb que é mãe.
Então prepare o coração, o lencinho e boa leitura.
Eu sou mãe
Já senti o desespero de não saber o que fazer perante um choro...
Senti o medo arrepiar os pêlos na minha pele, perante a temperatura marcada em um termômetro.
Fiquei noites e mais noites, exausta, com as pernas trêmulas, tirando forças da própria alma, andando pela casa, com uma criança embalada em um cobertor.
Chorei todas as minhas lágrimas, sentada na beirada da cama, em meio ao sofrimento de amamentar, ou em meio a culpa de não conseguir amamentar.
Amassei as batatas, passei o feijão na peneira, bati o espinafre, me preocupei extremamente com o tempero e fiz vários, milhares, "aviões" de colher... Tudo para você cuspir depois... Tudo em vão...
Sinto medo do mundo, da violência, das guerras, das epidemias... Do meu futuro.
Segurei sua mão, amparei teus passos, lhe ensinei a falar... soletrei o "ma-mãe" o "pa-pai"...
Corri descalça, joguei bola, deitei no chão, lhe entreguei os meus batons e as minhas relíquias, e vi você os quebrar...
Eu não quis te deixar, fiquei em casa, chorei por não poder voltar ao trabalho.
Ou tive que voltar e chorei por ter que te deixar...
O ensinei a pegar no lápis, a manusear a tesoura, a se defender a se levantar... Limpei teu nariz, cortei tuas unhas, penteei teus cabelos...
O aquecia no inverno, e no verão também.
Senti vontade de fugir, sair correndo, jogar tudo para o alto...
Chorei sozinha no banheiro, chorei sozinha no quarto, chorei enquanto preparava o jantar... Sem entender um motivo certo.
Perdi a paciência ... Gritei... Dei um tapa...
Chorei de novo.
Larguei o meu resfriado para cuidar do seu, larguei a minha vaidade para me doar para ti,
troquei a minha novela pelo seu desenho, deixei a minha vida para viver a sua.
Te carreguei no ventre, te carreguei no colo, te carreguei nas costas, te carreguei nos ombros, te carreguei na alma... Te cravei no meu coração.
Um dia você irá partir, e mesmo que me rasgue a alma pensar... Você irá... não cabe a mim decidir como ou quando.. Tenho em minha consciência que dei o meu melhor, mesmo errando muito.
Tudo que fiz, e o que não fiz... Foi por você.
Independente de ser certo ou não.
Foi tudo pensando em você.
Porque você é a minha vida, a minha razão.
Eu fiz porque nenhum prazer é maior que a sua felicidade.
Eu fiz sem esperar algo em troca...
Sem esperar reconhecimento ou valorização.
Eu fiz porque eu te amo!
Eu fiz porque você é meu filho (a)...
Senti o medo arrepiar os pêlos na minha pele, perante a temperatura marcada em um termômetro.
Fiquei noites e mais noites, exausta, com as pernas trêmulas, tirando forças da própria alma, andando pela casa, com uma criança embalada em um cobertor.
Chorei todas as minhas lágrimas, sentada na beirada da cama, em meio ao sofrimento de amamentar, ou em meio a culpa de não conseguir amamentar.
Amassei as batatas, passei o feijão na peneira, bati o espinafre, me preocupei extremamente com o tempero e fiz vários, milhares, "aviões" de colher... Tudo para você cuspir depois... Tudo em vão...
Sinto medo do mundo, da violência, das guerras, das epidemias... Do meu futuro.
Segurei sua mão, amparei teus passos, lhe ensinei a falar... soletrei o "ma-mãe" o "pa-pai"...
Corri descalça, joguei bola, deitei no chão, lhe entreguei os meus batons e as minhas relíquias, e vi você os quebrar...
Eu não quis te deixar, fiquei em casa, chorei por não poder voltar ao trabalho.
Ou tive que voltar e chorei por ter que te deixar...
O ensinei a pegar no lápis, a manusear a tesoura, a se defender a se levantar... Limpei teu nariz, cortei tuas unhas, penteei teus cabelos...
O aquecia no inverno, e no verão também.
Senti vontade de fugir, sair correndo, jogar tudo para o alto...
Chorei sozinha no banheiro, chorei sozinha no quarto, chorei enquanto preparava o jantar... Sem entender um motivo certo.
Perdi a paciência ... Gritei... Dei um tapa...
Chorei de novo.
Larguei o meu resfriado para cuidar do seu, larguei a minha vaidade para me doar para ti,
troquei a minha novela pelo seu desenho, deixei a minha vida para viver a sua.
Te carreguei no ventre, te carreguei no colo, te carreguei nas costas, te carreguei nos ombros, te carreguei na alma... Te cravei no meu coração.
Um dia você irá partir, e mesmo que me rasgue a alma pensar... Você irá... não cabe a mim decidir como ou quando.. Tenho em minha consciência que dei o meu melhor, mesmo errando muito.
Tudo que fiz, e o que não fiz... Foi por você.
Independente de ser certo ou não.
Foi tudo pensando em você.
Porque você é a minha vida, a minha razão.
Eu fiz porque nenhum prazer é maior que a sua felicidade.
Eu fiz sem esperar algo em troca...
Sem esperar reconhecimento ou valorização.
Eu fiz porque eu te amo!
Eu fiz porque você é meu filho (a)...
Eu fiz porque eu sou mãe
Seu filho é perfeito? Bom pra você!
Oie! Como estão?
Já falei aqui o quanto a "competição" entre mães me irrita né?
Outra coisa que me mata é ver como algumas mães usam as qualidades de seus filhos para tripudiar (sim, não consigo pensar que seja outra coisa!) sobre as outras mães.
Pronto, lá vem a Lalah com as reclamações de novo né? Mas enfim aqui é meu espaço pra falar mesmo e se com meu post eu poder fazer pelo menos uma mãe se sentir melhor, então já valeu!
Algo que faz meu sangue ferver nas veias é ver alguns posts nesses grupos de mães por aí (inclusive por isso já saí da grande maioria) "Olá, meu bebê tem 1 ano e tanto e ainda não anda. O que devo fazer para estimula-lo?" O que será que essa mãe quer ler nos comentários? Apoio! Gente que passou pelo mesmo que ela, conselhos pra ajuda-la com sua dúvida. E o que ela lê, em 90% das vezes: "Nossa! O meu andou com 9 meses!" Na boa eu não consigo pensar que quem comenta assim não tem maldade. No que saber que seu filho faz isso e aquilo e o dela não faz vai ajuda-la? Pelo contrário! Vai fazê-la se sentir ainda mais insegura e pior, culpada, pensando nossa o que será que eu faço de errado?!
Então se seu filho nunca teve cólicas, dorme a noite inteira, andou cedo, fala de td, come de td, nunca adoeceu, é super obediente, desfraldou sozinho e td mais... Parabéns pra vcs! Tenha mto orgulho mesmo, é lógico! Mas não exponha isso pra outras mães de filhos que não forem assim, se isso não vai ajuda-la!
Aqui coloco o desenvolvimento da Alice no blog desde que ela nasceu, afinal o blog é meu e entra quem quer, se vier aqui pra compara-la com seu filho, acho bobagem!
Fazer esse tipo de comentário no seu facebook? Ok, o espaço tb é seu. Os incomodados que se retirem, certo? Mas não fique chateada se logo logo mtos amigos "sumirem".
Agora ir em dúvidas de grupos, em posts alheios pra dizer que seu filho faz e acontece acho tão desnecessário.
É como eu sempre digo por aqui, a maternidade tem que nos unir, não nos separar. As trocas de experiências são válidas no intuito de ajudar, não de comparar.
Então #ficaadica!
E bom fds pra tds!!!!
Já falei aqui o quanto a "competição" entre mães me irrita né?
Outra coisa que me mata é ver como algumas mães usam as qualidades de seus filhos para tripudiar (sim, não consigo pensar que seja outra coisa!) sobre as outras mães.
Pronto, lá vem a Lalah com as reclamações de novo né? Mas enfim aqui é meu espaço pra falar mesmo e se com meu post eu poder fazer pelo menos uma mãe se sentir melhor, então já valeu!
Algo que faz meu sangue ferver nas veias é ver alguns posts nesses grupos de mães por aí (inclusive por isso já saí da grande maioria) "Olá, meu bebê tem 1 ano e tanto e ainda não anda. O que devo fazer para estimula-lo?" O que será que essa mãe quer ler nos comentários? Apoio! Gente que passou pelo mesmo que ela, conselhos pra ajuda-la com sua dúvida. E o que ela lê, em 90% das vezes: "Nossa! O meu andou com 9 meses!" Na boa eu não consigo pensar que quem comenta assim não tem maldade. No que saber que seu filho faz isso e aquilo e o dela não faz vai ajuda-la? Pelo contrário! Vai fazê-la se sentir ainda mais insegura e pior, culpada, pensando nossa o que será que eu faço de errado?!
Então se seu filho nunca teve cólicas, dorme a noite inteira, andou cedo, fala de td, come de td, nunca adoeceu, é super obediente, desfraldou sozinho e td mais... Parabéns pra vcs! Tenha mto orgulho mesmo, é lógico! Mas não exponha isso pra outras mães de filhos que não forem assim, se isso não vai ajuda-la!
Aqui coloco o desenvolvimento da Alice no blog desde que ela nasceu, afinal o blog é meu e entra quem quer, se vier aqui pra compara-la com seu filho, acho bobagem!
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| Deus tá vendo vc aí se sentindo a Super Mâe! |
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O que (quase) ninguém te conta sobre puerperio
Seu puerperio pode passar rápido, você pode se adaptar com bastante facilidade e tirar tudo de letra.
Mas nem sempre será assim. Comigo não foi.
A recuperação do seu parto (independente da forma que for) pode não ser mto fácil ou indolor. Você pode ter limitações físicas. Você pode sofrer por não ter conseguido o parto que sonhou.
Mas vai passar. Sim, seu corpo vai ter forças suficientes para se recuperar, afinal uma vida precisa de vc pra cuidar. E mesmo que seu parto não tenha sido como desejou, trouxe ao mundo seu filho com saúde, e isso é o mais importante.
Vc pode ter uma experiência bem tranquila e prazeirosa com a amamentação.
Ou não. Isso pode não ser tão fácil como dizem.
Seu bebê pode ter dificuldades no início, vcs podem demorar a se "ajustar" um ao outro, vc pode ter os seios machucados... mas tudo isso também vai passar. Seu bebê vai aprender a pega certa, vc vai se acostumar ao ritmo do seu bebê, vcs vão sentir prazer nesse momento, e amor, muito amor!
A tal da "livre demanda" tb não é fácil, é mta entrega, doação, abdicação. Mas vale a pena! Ver seu bebê crescendo forte e saudável graças a vc, não tem preço!
Você vai se sentir perdida. Por mais que tenha experiência com bebês, com o seu é bem diferente. No começo vc não vai conhecer os choros dele, identificar as necessidades e isso é normal. Ele passou 9 meses dentro de vc mas é agora que vcs se conhecerão de fato. Não se desespere, mantenha a calma e respire fundo,logo vcs estarão se conhecendo tão bem que vai reconhecer cada carinha que ele fizer.
Pode ser que vc sinta vontade de chorar. Chore! É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo vc acabou de passar pela maior transformacao da sua vida. O importante é estar sempre cercada de pessoas que te amam.
E não tenha vergonha de pedir e aceitar ajuda até se acostumar a nova rotina. É normal sentir medo! Tudo que é novo pode causar medo, e agora você tem algo mais precioso pra zelar, é muita responsabilidade sim.
Mas como eu já disse, é o amor por essa nova vida que vai te dar força e coragem.
Sim, o sono pode ser incapacitante. Por mais que vc tenha dormido mal a sua gestação, acostumar a rotina de sono de um RN é muito complicado. Não tenha vergonha em deixar tudo e todos para descansar tds as vezes que o bebê dormir. E assim você vai se acostumando.
Pois é, essa fase não é fácil e eu espero de coração que você nunca passe por nada disso.
Mas caso aconteça com você, mantenha a serenidade sempre e não se culpe, isso não demonstra que você não ame seu filho ou que não estava preparada para te-lo.
Só significa que você é um ser humano e seu corpo e seu cérebro precisam se adaptar a sua nova fase.
Ah e não se esqueça nunca. .. tudo isso vai passar!
E até das coisas ruins você sentirá saudades!
Mas nem sempre será assim. Comigo não foi.
A recuperação do seu parto (independente da forma que for) pode não ser mto fácil ou indolor. Você pode ter limitações físicas. Você pode sofrer por não ter conseguido o parto que sonhou.
Mas vai passar. Sim, seu corpo vai ter forças suficientes para se recuperar, afinal uma vida precisa de vc pra cuidar. E mesmo que seu parto não tenha sido como desejou, trouxe ao mundo seu filho com saúde, e isso é o mais importante.
Vc pode ter uma experiência bem tranquila e prazeirosa com a amamentação.
Ou não. Isso pode não ser tão fácil como dizem.
Seu bebê pode ter dificuldades no início, vcs podem demorar a se "ajustar" um ao outro, vc pode ter os seios machucados... mas tudo isso também vai passar. Seu bebê vai aprender a pega certa, vc vai se acostumar ao ritmo do seu bebê, vcs vão sentir prazer nesse momento, e amor, muito amor!
A tal da "livre demanda" tb não é fácil, é mta entrega, doação, abdicação. Mas vale a pena! Ver seu bebê crescendo forte e saudável graças a vc, não tem preço!
Você vai se sentir perdida. Por mais que tenha experiência com bebês, com o seu é bem diferente. No começo vc não vai conhecer os choros dele, identificar as necessidades e isso é normal. Ele passou 9 meses dentro de vc mas é agora que vcs se conhecerão de fato. Não se desespere, mantenha a calma e respire fundo,logo vcs estarão se conhecendo tão bem que vai reconhecer cada carinha que ele fizer.
Pode ser que vc sinta vontade de chorar. Chore! É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo vc acabou de passar pela maior transformacao da sua vida. O importante é estar sempre cercada de pessoas que te amam.
E não tenha vergonha de pedir e aceitar ajuda até se acostumar a nova rotina. É normal sentir medo! Tudo que é novo pode causar medo, e agora você tem algo mais precioso pra zelar, é muita responsabilidade sim.
Mas como eu já disse, é o amor por essa nova vida que vai te dar força e coragem.
Sim, o sono pode ser incapacitante. Por mais que vc tenha dormido mal a sua gestação, acostumar a rotina de sono de um RN é muito complicado. Não tenha vergonha em deixar tudo e todos para descansar tds as vezes que o bebê dormir. E assim você vai se acostumando.
Pois é, essa fase não é fácil e eu espero de coração que você nunca passe por nada disso.
Mas caso aconteça com você, mantenha a serenidade sempre e não se culpe, isso não demonstra que você não ame seu filho ou que não estava preparada para te-lo.
Só significa que você é um ser humano e seu corpo e seu cérebro precisam se adaptar a sua nova fase.
Ah e não se esqueça nunca. .. tudo isso vai passar!
E até das coisas ruins você sentirá saudades!
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Eu não perdi nada!
Se eu tivesse escolha após a licença maternidade, na época eu não teria retornado ao trabalho.
Hoje eu já não sei mais. Aliás talvez não quisesse para não precisar mais acordar tão cedo, pq o sono ainda é algo que pega (e mto!) na minha vida. Ou certamente pra suprir essa saudade que sinto qdo estou longe dela (pq essa... ah não vou me acostumar nunca!)
Qdo voltei ao trabalho eu tinha os medos comuns de tds as mães na dúvida se voltam ou não após a LM: será que minha filha me deixaria de lado ou me amaria menos sendo cuidada por outra pessoa? Será que sobraria tempo exclusivo pra ela? Será que eu iria perder algo importante do desenvolvimento dela? Será que eu seria menos mãe se eu não estivesse com ela o tempo td?!
Foram dúvidas que me fizeram sofrer por vários meses mas hoje, 9 meses após meu retorno ao trabalho e td a mudança na nossa rotina, consigo enxergar td com mais simplicidade e ver que eu não precisava ter sofrido tanto com essas questões.
Não fico com minha filha 24h por dia mas sou mãe em período integral SIM! Ou por acaso eu deixo de ser mãe qdo estou em sala de aula e ela com minha mãe? Nunca!
Lógico que me sinto mais cansada trabalhando fora, acordando a noite inteira, cuidando dela, do marido e da casa. Mas trabalhar fora me ensinou a organizar melhor o meu tempo e ainda rola um tempo livre em que o tempo é todinho dela. Consigo brincar com ela (e mto!), assistirmos filmes e desenhos, ler livros, passear, ou simplesmente ficarmos juntas.
O tempo que passamos separadas me ensinou a valorizar ainda mais o tempo que temos para estar juntas. E isso acontece com ela tb.
O medo que eu tinha de ser "abandonada" foi substituído pela certeza que já sou insubstituível na vida dela. Ela estar com outras pessoas a deixou mais independente, mais sociável, mas com a certeza de que sempre tem aquela mulher que está com ela no fim do dia, aquele colinho e o chamego que são únicos.
O trabalho me faz bem como pessoa, como mulher e como mãe. É aquele tempo em que estou com outras pessoas (adultos! rs), que me distraio e que me sinto mais útil. Voltar ao trabalho me ajudou demais a curar os resquícios da minha DPP mal curada.
E a principal questão... graças a Deus nunca perdi nada importante na vida da minha baixinha! Eu a vi começar a engatinhar, escutei a primeira vez que disse "mamã" (e depois outras palavras), eu notei seu primeiro dentinho e estava presente no seu primeiro passinho!
Resumindo, esse post não é pra dizer que a mãe que trabalha e a que continua com o bebê, alguma seja melhor que a outra.
Só que se caso, assim como eu, vc não tiver escolha e tiver que voltar a trabalhar fora, tente enxergar o lado positivo disso. O começo é difícil mesmo, mas passa. E qdo estiver adaptada, vai ver que não foi uma decisão assim tão ruim!
Hoje eu já não sei mais. Aliás talvez não quisesse para não precisar mais acordar tão cedo, pq o sono ainda é algo que pega (e mto!) na minha vida. Ou certamente pra suprir essa saudade que sinto qdo estou longe dela (pq essa... ah não vou me acostumar nunca!)
Qdo voltei ao trabalho eu tinha os medos comuns de tds as mães na dúvida se voltam ou não após a LM: será que minha filha me deixaria de lado ou me amaria menos sendo cuidada por outra pessoa? Será que sobraria tempo exclusivo pra ela? Será que eu iria perder algo importante do desenvolvimento dela? Será que eu seria menos mãe se eu não estivesse com ela o tempo td?!
Foram dúvidas que me fizeram sofrer por vários meses mas hoje, 9 meses após meu retorno ao trabalho e td a mudança na nossa rotina, consigo enxergar td com mais simplicidade e ver que eu não precisava ter sofrido tanto com essas questões.
Não fico com minha filha 24h por dia mas sou mãe em período integral SIM! Ou por acaso eu deixo de ser mãe qdo estou em sala de aula e ela com minha mãe? Nunca!
Lógico que me sinto mais cansada trabalhando fora, acordando a noite inteira, cuidando dela, do marido e da casa. Mas trabalhar fora me ensinou a organizar melhor o meu tempo e ainda rola um tempo livre em que o tempo é todinho dela. Consigo brincar com ela (e mto!), assistirmos filmes e desenhos, ler livros, passear, ou simplesmente ficarmos juntas.
O tempo que passamos separadas me ensinou a valorizar ainda mais o tempo que temos para estar juntas. E isso acontece com ela tb.
O medo que eu tinha de ser "abandonada" foi substituído pela certeza que já sou insubstituível na vida dela. Ela estar com outras pessoas a deixou mais independente, mais sociável, mas com a certeza de que sempre tem aquela mulher que está com ela no fim do dia, aquele colinho e o chamego que são únicos.
O trabalho me faz bem como pessoa, como mulher e como mãe. É aquele tempo em que estou com outras pessoas (adultos! rs), que me distraio e que me sinto mais útil. Voltar ao trabalho me ajudou demais a curar os resquícios da minha DPP mal curada.
E a principal questão... graças a Deus nunca perdi nada importante na vida da minha baixinha! Eu a vi começar a engatinhar, escutei a primeira vez que disse "mamã" (e depois outras palavras), eu notei seu primeiro dentinho e estava presente no seu primeiro passinho!
Resumindo, esse post não é pra dizer que a mãe que trabalha e a que continua com o bebê, alguma seja melhor que a outra.
Só que se caso, assim como eu, vc não tiver escolha e tiver que voltar a trabalhar fora, tente enxergar o lado positivo disso. O começo é difícil mesmo, mas passa. E qdo estiver adaptada, vai ver que não foi uma decisão assim tão ruim!
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1 ano de batizado e um arrependimento
Oi, flores!
Hoje 20/04 completa 1 ano do batizado da Alice. Quem acompanha o blog sabe o quanto sonhei com esse ritual e o quanto foi importante pra mim e pra toda família.
Foi uma data pensada e escolhida com carinho (era domingo de Páscoa) escolhemos a Paróquia em que nos casamos e preparamos, com a ajuda dos meus pais, uma comemoração simples, mas mto especial, cercada pelas pessoas que amamos e que amam Alice. (O post completo aqui)
Naquele dia foi um sonho realizado.
Hoje sinto uma mágoa dolorida por um arrependimento mto forte que tenho.
Passei td a gravidez escolhendo com mto carinho e sabedoria (ou eu assim pensava) os padrinhos da Alice. (Nesse post contei sobre meu dilema)
Mas infelizmente escolhi para Alice uma madrinha que não vê essa missão da mesma forma que eu. Alguém que eu escolhi para ser a segunda mãe dela, para ama-la assim como nós, mas em 1 ano de batizado a viu 1 vez (pq era Natal) nunca ligou, nunca mandou uma mensagem perguntando se ela estava bem ou não.
Não quero falar mal de ninguém que não pode vir aqui se defender, mas infelizmente foi uma escolha mto errônea que fiz, com algo que era mto importante pra mim e hj privei a minha filha de ter o amor, carinho e atenção de uma madrinha. Mas enfim, as vezes erramos com a melhor das intenções e espero que Alice possa me perdoar por essa escolha, um dia. Porém sei que ela está cercada de pessoas que a amam demais e isso é o que mais importa.
Bjos!
E excelente feriado!
Dias difíceis...
Oi, queridas!
Sumi né?
Pois é, o último, sei lá, um mês e meio, não tem sido nada fácil... agora que as coisas parecem "mais em ordem" me sinto melhor pra vir aqui contar pra vcs...
Dias ruins todo mundo tem, né? Lógico! O complicado é quando vc passa por dia ruim, após dia ruim, e vem tudo de uma vez, tornando-se quase uma fase insuportável!
No início de fevereiro, como vcs sabem, voltei ao trabalho. Não é nada fácil levantar antes da 5h da manhã depois de acordar a noite inteira... eu estava um belo de um zumbi... mas calma, que ainda tem mais rs
Nessa mesma semana, a médica da Lili receitou (na consulta de 14 meses) o uso de um vermífugo. Para o nosso desespero, a coitadinha teve todas as reações adversas descritas na bula, foram 3 dias de sofrimento! Ela vomitava várias vezes ao dia e por isso parou de comer. Teve diarréia e por consequência, cólicas instestinais sinistras... e pra completar, por causa da diarréia, pela primeira vez na vida, ela assou :(
Passada a "fase vermífugo" o horário de verão acabou e o relógio biológico da bichinha surtou! Queria dormir as 18h e acordava no máximo as 5h 5:30h O.O o que eu achei que demorariam poucos dias pra ela se adaptar duraram quase 1 mês e meio! Sim! Agora que ela tá voltando ao ritmo normal!
Então, o dente de cima chegou chegando com tudo. Os dois de baixo deram reações bem leves, aí me assustei com a "fase do dente". Já descobrimos que Alice tem a gengiva bem grossa, então a fase entre o inchaço, o incômodo e finalmente rasgar a gengiva foi beeeeem demorado e bem doloroso! E dá -lhe chororô sem parar e mais diarréia! E foi quase 1 mês pra esse dente finalmente rasgar! E olha que ainda é o terceiro #medo
Aí no ínicio de março qdo eu pensei que as coisas estavam acalmando, lá fomos nós para as vacinas de 15 meses...
Até então, Alice NUNCA tinha tido qq tipo reação a nenhuma vacina, tipo chorava na hora e logo já estava novinha em folha.
Mas essa vacina de 15 meses... quase acabou com a menina! Foram quase 72h de puro sofrimento! Ela chorava descontroladamente, não podíamos nem encostar! Pregou em mim como um carrapatinho e só queria colo, mas eu mal podia pegar nela :( além disso, foram mais de 48h de febre (não alta, mas sem parar), diarreia e sintomas de resfriados (nariz escorrendo, espirros...) que a médica disse ser td reação da vacina... credo! Ainda bem que agora só com 4 anos! (fora as campanhas)
E quando td já tava lascado mesmo... o corpo da mamãe não aguentou, o cansaço, o estresse, o sono e o peso do bebê-carrapatinho... e a mamãe que já tem problemas sérios de coluna, travou completamente... agora estou na base do antiinflamatório e aguardando a consulta essa semana.
Agora Alice está em uma fase melhor, graças a Deus... afinal, tudo passa, né? rs
Seria engraçado, se não fosse trágico kkkkk
Sumi né?
Pois é, o último, sei lá, um mês e meio, não tem sido nada fácil... agora que as coisas parecem "mais em ordem" me sinto melhor pra vir aqui contar pra vcs...
Dias ruins todo mundo tem, né? Lógico! O complicado é quando vc passa por dia ruim, após dia ruim, e vem tudo de uma vez, tornando-se quase uma fase insuportável!
No início de fevereiro, como vcs sabem, voltei ao trabalho. Não é nada fácil levantar antes da 5h da manhã depois de acordar a noite inteira... eu estava um belo de um zumbi... mas calma, que ainda tem mais rs
Nessa mesma semana, a médica da Lili receitou (na consulta de 14 meses) o uso de um vermífugo. Para o nosso desespero, a coitadinha teve todas as reações adversas descritas na bula, foram 3 dias de sofrimento! Ela vomitava várias vezes ao dia e por isso parou de comer. Teve diarréia e por consequência, cólicas instestinais sinistras... e pra completar, por causa da diarréia, pela primeira vez na vida, ela assou :(
Passada a "fase vermífugo" o horário de verão acabou e o relógio biológico da bichinha surtou! Queria dormir as 18h e acordava no máximo as 5h 5:30h O.O o que eu achei que demorariam poucos dias pra ela se adaptar duraram quase 1 mês e meio! Sim! Agora que ela tá voltando ao ritmo normal!
Então, o dente de cima chegou chegando com tudo. Os dois de baixo deram reações bem leves, aí me assustei com a "fase do dente". Já descobrimos que Alice tem a gengiva bem grossa, então a fase entre o inchaço, o incômodo e finalmente rasgar a gengiva foi beeeeem demorado e bem doloroso! E dá -lhe chororô sem parar e mais diarréia! E foi quase 1 mês pra esse dente finalmente rasgar! E olha que ainda é o terceiro #medo
Aí no ínicio de março qdo eu pensei que as coisas estavam acalmando, lá fomos nós para as vacinas de 15 meses...
Até então, Alice NUNCA tinha tido qq tipo reação a nenhuma vacina, tipo chorava na hora e logo já estava novinha em folha.
Mas essa vacina de 15 meses... quase acabou com a menina! Foram quase 72h de puro sofrimento! Ela chorava descontroladamente, não podíamos nem encostar! Pregou em mim como um carrapatinho e só queria colo, mas eu mal podia pegar nela :( além disso, foram mais de 48h de febre (não alta, mas sem parar), diarreia e sintomas de resfriados (nariz escorrendo, espirros...) que a médica disse ser td reação da vacina... credo! Ainda bem que agora só com 4 anos! (fora as campanhas)
E quando td já tava lascado mesmo... o corpo da mamãe não aguentou, o cansaço, o estresse, o sono e o peso do bebê-carrapatinho... e a mamãe que já tem problemas sérios de coluna, travou completamente... agora estou na base do antiinflamatório e aguardando a consulta essa semana.
Agora Alice está em uma fase melhor, graças a Deus... afinal, tudo passa, né? rs
Seria engraçado, se não fosse trágico kkkkk
Bjos!!!! Boa semana pra todas!!!!
Por uma maternidade com menos competição e mais amor!
Odeio essa competição existente entre mães. Simplesmente odeio!
Estamos todas vivendo o momento mais lindo de nossas vidas fomos abençoadas com criaturinhas lindas pra encher nossas vidas de felicidade.
E ainda tem algumas mães que acham que o mais importante de tudo é a via de nascimento do bebê, é o tempo de amamentação, é deixar ou não de trabalhar pra cuidar dos filhos.
Sinceramente, a maternidade pra mim está muito além disso.
Pras "amigas super mães" eu devo ser a pior mãe do mundo. Tive uma cesarea eletiva, amamentei exclusivamente só até 4 meses, trabalho fora e minha bebê fica com a minha mãe.
Algumas dessas não foram escolhas próprias mas hj tenho orgulho da história que estamos traçando.
O que me faz sentir a pior mãe do mundo de verdade, é ver minha filha doente e não poder fazer nada (graças a Deus foram pouquíssimas vezes), é quando ela não quer comer a comida que fiz com tanto amor e cuidado, é estar tão cansada e não poder brincar com ela só mais um pouquinho como ela gostaria...
Então pra que isso, mães?! Pra que competir se podemos dividir experiências, ou se as experiências e idéias forem diferentes, vamos praticar o respeito?
Deus nos escolheu, somos mães, todas nós! Todas amamos nossos filhos, então somos iguais!!!
------------
Amigas desculpem voltar com um desabafo... mas isso é algo que me irrita mto e em especial nos últimos tempos.
Continuo na correria mas estou preparando uns posts!
Bjos!!!!!!
Estamos todas vivendo o momento mais lindo de nossas vidas fomos abençoadas com criaturinhas lindas pra encher nossas vidas de felicidade.
E ainda tem algumas mães que acham que o mais importante de tudo é a via de nascimento do bebê, é o tempo de amamentação, é deixar ou não de trabalhar pra cuidar dos filhos.
Sinceramente, a maternidade pra mim está muito além disso.
Pras "amigas super mães" eu devo ser a pior mãe do mundo. Tive uma cesarea eletiva, amamentei exclusivamente só até 4 meses, trabalho fora e minha bebê fica com a minha mãe.
Algumas dessas não foram escolhas próprias mas hj tenho orgulho da história que estamos traçando.
O que me faz sentir a pior mãe do mundo de verdade, é ver minha filha doente e não poder fazer nada (graças a Deus foram pouquíssimas vezes), é quando ela não quer comer a comida que fiz com tanto amor e cuidado, é estar tão cansada e não poder brincar com ela só mais um pouquinho como ela gostaria...
Então pra que isso, mães?! Pra que competir se podemos dividir experiências, ou se as experiências e idéias forem diferentes, vamos praticar o respeito?
Deus nos escolheu, somos mães, todas nós! Todas amamos nossos filhos, então somos iguais!!!
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Amigas desculpem voltar com um desabafo... mas isso é algo que me irrita mto e em especial nos últimos tempos.
Continuo na correria mas estou preparando uns posts!
Bjos!!!!!!
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O mundo de preocupações chamado Maternidade
Oi, meninas!
Já falei isso algumas vezes, mas cada vez mais eu tenho certeza "ser mãe é viver com medo"...
Qdo nos tornamos mães ficamos mais fortes pra enfrentarmos novos desafios, porém nos tornamos medrosas diante das ameaças que os nossos filhos enfrentam nesse mundo.... contraditório né? Mas quem é mãe vai me entender... rs
Qdo nascem temos medo se vão conseguir mamar direitinho, se vão ganhar peso, se não terão nenhuma doencinha... qdo crescem temos medo que se aventurem e se machuquem, temos medo da violência urbana, temos medo das mudanças climáticas, se estão comendo bem, da volta ao trabalho...daqui um tempo, temos medo da adaptação na escola, das pessoas que conviverão...
Comigo pelo menos é assim. Quando ela nasceu eu passei noites em claro velando o sono dela pra ver se estava respirando, se não engasgava... hoje ainda passo grande parte da noite verificando se está dormindo bem. Qdo começou a engatinhar, eu quis cobrir a casa toda com tatame pra que não machucasse. A primeira vez que ela machucou, derrubou um enfeite do rack no rosto e machucou o nariz eu quis embrulhar todos os móveis em plástico bolha e retirar todos os enfeites da casa.
Mas não fiz nada disso. Queria voltá-la pra dentro da barriga pq lá estava segura, ou queria criá-la numa bolha pra protegê-la, mas nada disso é possível.
O que fiz foi proteger quinas, portas, gavetas, tomadas, ralos e olho vivo, todo o tempo que for possível. E rezar muito pra Deus, pro anjo da guarda-dela e pra todos os santos que existirem rs
Pq estou dizendo isso?
Pq sou meio paranóica (acho que deu pra perceber né?) e notícias nos últimos dias tem me deixado com o coração ainda mais na mão... uma criança eletrocultada por colocar um carregar de celular (ligado) na boca, uma menininha em coma por ter engolida uma fivelinha de cabelo, um bebê que se afogou em uma piscinha com 3 dedos de água...
Nessas horas não consigo deixar de pensar nessas mães. Não consigo deixar de pensar na dor de uma mãe que perde um filho (seja por qq motivo, doença, acidente...) eu não consigo...
Penso em como essas mães devem estar se sentindo eternamente culpadas, mesmo nunca tendo negligenciado seus filhos e terem sido vítimas de descuidos fatais, de 1, 2 segundos...
E vcs? Se sentem assim como eu?
Ou sou mais medrosa do que o normal?!
Já falei isso algumas vezes, mas cada vez mais eu tenho certeza "ser mãe é viver com medo"...
Qdo nos tornamos mães ficamos mais fortes pra enfrentarmos novos desafios, porém nos tornamos medrosas diante das ameaças que os nossos filhos enfrentam nesse mundo.... contraditório né? Mas quem é mãe vai me entender... rs
Qdo nascem temos medo se vão conseguir mamar direitinho, se vão ganhar peso, se não terão nenhuma doencinha... qdo crescem temos medo que se aventurem e se machuquem, temos medo da violência urbana, temos medo das mudanças climáticas, se estão comendo bem, da volta ao trabalho...daqui um tempo, temos medo da adaptação na escola, das pessoas que conviverão...
Comigo pelo menos é assim. Quando ela nasceu eu passei noites em claro velando o sono dela pra ver se estava respirando, se não engasgava... hoje ainda passo grande parte da noite verificando se está dormindo bem. Qdo começou a engatinhar, eu quis cobrir a casa toda com tatame pra que não machucasse. A primeira vez que ela machucou, derrubou um enfeite do rack no rosto e machucou o nariz eu quis embrulhar todos os móveis em plástico bolha e retirar todos os enfeites da casa.
Mas não fiz nada disso. Queria voltá-la pra dentro da barriga pq lá estava segura, ou queria criá-la numa bolha pra protegê-la, mas nada disso é possível.
O que fiz foi proteger quinas, portas, gavetas, tomadas, ralos e olho vivo, todo o tempo que for possível. E rezar muito pra Deus, pro anjo da guarda-dela e pra todos os santos que existirem rs
Pq estou dizendo isso?
Pq sou meio paranóica (acho que deu pra perceber né?) e notícias nos últimos dias tem me deixado com o coração ainda mais na mão... uma criança eletrocultada por colocar um carregar de celular (ligado) na boca, uma menininha em coma por ter engolida uma fivelinha de cabelo, um bebê que se afogou em uma piscinha com 3 dedos de água...
Nessas horas não consigo deixar de pensar nessas mães. Não consigo deixar de pensar na dor de uma mãe que perde um filho (seja por qq motivo, doença, acidente...) eu não consigo...
Penso em como essas mães devem estar se sentindo eternamente culpadas, mesmo nunca tendo negligenciado seus filhos e terem sido vítimas de descuidos fatais, de 1, 2 segundos...
E vcs? Se sentem assim como eu?
Ou sou mais medrosa do que o normal?!
Bjos! Boa semana pra todas!!!
Alimentação saudável sim! Dá licença?!
A maternidade é feita de escolhas.
E de críticas, consequentemente.
Quase 11 meses de experiência no assunto (ó que vasta experiência rs) já me deram alguma experiência (e bastante cara de alface) pra lidar com tantas críticas/palpites que vem de todos os lados e em todos os assuntos.
Mas de uns meses pra cá tem umas críticas tão absurdas que estão, literalmente, dificeis de engolir.
Desde que Alice começou sua introdução alimentar eu decidi que faria o máximo possível para que pelo menos nos seus primeiros anos de vida, fosse a mais saudável possível.
Não tem sido fácil, mas estou conseguindo. Não sou paranóica, nem nada disso. Tipo, já dei papinha Nestlé e danoninho (no desespero das fases em que não comia, mas graças a Deus ela não gostou) Mas evito ao máximo alimentos/ bebidas industrializadas, leite de vaca (e produtos derivados) e doces (ou alimentos com muito açúcar).
Quem discorda de mim, beleza!
Mas e o tanto que sou criticada pela minha decisão?
Nos últimos tempos tô cansando de ouvir: "vou arrumar um copinho de refrigerante pra ela!" E eu: "ela só tem 10 meses não bebe refrigerante" e escuto: "nossa ainda não bebe? tadinha! então vou arrumar um suquinho de caixinha pra ela" e aí eu choco a geral: "ela não bebe suco de caixinha, só suco natural e sem açucar." (e por isso eu sempre faço e levo onde vamos pra evitar inconvenientes assim)
Aí diante de caras de horror e choque e ainda mais quando completo: "ela nunca comeu chocolate/ bala/pirulito..." sempre escuto resmungos de "que chata""vai criar essa menina numa bolha" e a melhor de todas que já ouvi "por isso que essa menina tá magrinha assim!"
Haja cara de alface!
Não estou aqui criticando ngm que dá tudo isso acima para seu bebê, cada mamãe tem direito a suas escolhas.
E essas são as minhas.
Sei que logo logo ela estará exposta a tudo isso (mesmo pq quero sim que um dia ela conheça todas essas coisas gostosas, pq não?) Mas pra que começar tão cedo?! Ela tem a vida inteira pra conhecer esses alimentos que são tão bons pro paladar e tão ruins pra saúde né? Que a minha parte eu vou fazer...
Posso cuidar da alimentação da minha filha em paz?!
E de críticas, consequentemente.
Quase 11 meses de experiência no assunto (ó que vasta experiência rs) já me deram alguma experiência (e bastante cara de alface) pra lidar com tantas críticas/palpites que vem de todos os lados e em todos os assuntos.
Mas de uns meses pra cá tem umas críticas tão absurdas que estão, literalmente, dificeis de engolir.
Desde que Alice começou sua introdução alimentar eu decidi que faria o máximo possível para que pelo menos nos seus primeiros anos de vida, fosse a mais saudável possível.
Não tem sido fácil, mas estou conseguindo. Não sou paranóica, nem nada disso. Tipo, já dei papinha Nestlé e danoninho (no desespero das fases em que não comia, mas graças a Deus ela não gostou) Mas evito ao máximo alimentos/ bebidas industrializadas, leite de vaca (e produtos derivados) e doces (ou alimentos com muito açúcar).
Quem discorda de mim, beleza!
Mas e o tanto que sou criticada pela minha decisão?
Nos últimos tempos tô cansando de ouvir: "vou arrumar um copinho de refrigerante pra ela!" E eu: "ela só tem 10 meses não bebe refrigerante" e escuto: "nossa ainda não bebe? tadinha! então vou arrumar um suquinho de caixinha pra ela" e aí eu choco a geral: "ela não bebe suco de caixinha, só suco natural e sem açucar." (e por isso eu sempre faço e levo onde vamos pra evitar inconvenientes assim)
Aí diante de caras de horror e choque e ainda mais quando completo: "ela nunca comeu chocolate/ bala/pirulito..." sempre escuto resmungos de "que chata""vai criar essa menina numa bolha" e a melhor de todas que já ouvi "por isso que essa menina tá magrinha assim!"
Haja cara de alface!
Não estou aqui criticando ngm que dá tudo isso acima para seu bebê, cada mamãe tem direito a suas escolhas.
E essas são as minhas.
Sei que logo logo ela estará exposta a tudo isso (mesmo pq quero sim que um dia ela conheça todas essas coisas gostosas, pq não?) Mas pra que começar tão cedo?! Ela tem a vida inteira pra conhecer esses alimentos que são tão bons pro paladar e tão ruins pra saúde né? Que a minha parte eu vou fazer...
Posso cuidar da alimentação da minha filha em paz?!
Bjos!!!!
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| Aqui a alimentação é tão saudável que come até folhas kkkkkk |
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Voltando (ou tentando) e desabafando...
Oi minhas amigas!
Saudades de vcs! De td o carinho que recebo aqui e de acompanhar os blogs de vcs.
Estou de volta? Não sei ao certo rs
Prometo tentar pq isso aqui é meu refúgio, é onde posso abrir meu coração e sei que terão muitas lindas pra me ouvir (ler né) e me apoiar.
Mas vou voltando no meu ritmo, pq as coisas não melhoraram mto.
Na verdade voltei em um momento mto difícil pra mim mas eu precisava voltar agora.
Ontem perdi uma grande amiga, a qual tinha verdadeiramente como uma irmã.
E por mais que ela tenha lutado bravamente esse câncer maldito acabou vencendo.
Uma menina. 26 anos, recém formada, recém casada. Com todos os planos e sonhos do mundo.
Eu já perdi mta gente na minha vida. Perdi tds os avós, muitos tios, primos (alguns jovens tb)
Mas eu nunca havia perdido uma amiga.
E por mais que eu saiba que foi a vontade de Deus e que foi o fim de td o sofrimento que ela estava passando, dói demais.
Sim, vai passar e um dia vai ficar a saudade. Mas por eqto só resta o luto e a tristeza.
E é nesse sorriso gostoso que encontro as forças para não desabar de uma vez.
Tão pequenina e é a minha fortaleza.
Saudades de vcs! De td o carinho que recebo aqui e de acompanhar os blogs de vcs.
Estou de volta? Não sei ao certo rs
Prometo tentar pq isso aqui é meu refúgio, é onde posso abrir meu coração e sei que terão muitas lindas pra me ouvir (ler né) e me apoiar.
Mas vou voltando no meu ritmo, pq as coisas não melhoraram mto.
Na verdade voltei em um momento mto difícil pra mim mas eu precisava voltar agora.
Ontem perdi uma grande amiga, a qual tinha verdadeiramente como uma irmã.
E por mais que ela tenha lutado bravamente esse câncer maldito acabou vencendo.
Uma menina. 26 anos, recém formada, recém casada. Com todos os planos e sonhos do mundo.
Eu já perdi mta gente na minha vida. Perdi tds os avós, muitos tios, primos (alguns jovens tb)
Mas eu nunca havia perdido uma amiga.
E por mais que eu saiba que foi a vontade de Deus e que foi o fim de td o sofrimento que ela estava passando, dói demais.
Sim, vai passar e um dia vai ficar a saudade. Mas por eqto só resta o luto e a tristeza.
E é nesse sorriso gostoso que encontro as forças para não desabar de uma vez.
Tão pequenina e é a minha fortaleza.
Crise dos 8 meses ou como enlouquecer uma mãe em 4 semanas
Oi amigas...
Primeiro de tudo... me desculpem! Tenho visitado os blogs de vcs mas não estou conseguindo comentar!
Espero que entendam, esses últimos dias tem sido realmente difíceis!
Chegamos a crise dos 8 meses ( a tal chamada angústia da separação) e como Alice vivenciou MTO tds as crises de desenvolvimento com essa não seria diferente né?
E embora eu tivesse lido e pesquisado td e mais um pouco sobre essa crise... nada me preparou na prática pra isso.
Pq vamos combinar tem sido duzentas vezes mais difícil do que tudo que já vivemos.
Ela completou 8 meses dia 06/08 aí já começou a mudar. Começou a comer mal só queria mamar e ficou extremamente pregada comigo. Ela sempre foi amorosa mas sempre foi independente, dormia sozinho, nunca foi mto de ficar no colo. Aí do dia pra noite só ficava satisfeita no meu colo, não podia sair de perto que abria o berreiro (e ela nunca foi chorona tb!)
Daí na quinta passada dia 14/08 que o negócio desgringolou de vez. O sono noturno dela ficou terrível. Ela tem acordado de meia em meia hora e qdo dorme é se debatendo, gemendo, reclamando...
A única solução humanamente possível pra uma mãe que tem que acordar 15, 20 vezes na noite e ir trabalhar as 5h foi a cama compartilhada (no nosso caso sofá compartilhado) e nada tem resolvvdo.
A solução: PACIENCIA! E fé em Deus que vou sobreviver a mais essa crise.
As mamães que passaram por isso... Peloamordedeus me digam que vai passar logo! Kkkkkk
Primeiro de tudo... me desculpem! Tenho visitado os blogs de vcs mas não estou conseguindo comentar!
Espero que entendam, esses últimos dias tem sido realmente difíceis!
Chegamos a crise dos 8 meses ( a tal chamada angústia da separação) e como Alice vivenciou MTO tds as crises de desenvolvimento com essa não seria diferente né?
E embora eu tivesse lido e pesquisado td e mais um pouco sobre essa crise... nada me preparou na prática pra isso.
Pq vamos combinar tem sido duzentas vezes mais difícil do que tudo que já vivemos.
Ela completou 8 meses dia 06/08 aí já começou a mudar. Começou a comer mal só queria mamar e ficou extremamente pregada comigo. Ela sempre foi amorosa mas sempre foi independente, dormia sozinho, nunca foi mto de ficar no colo. Aí do dia pra noite só ficava satisfeita no meu colo, não podia sair de perto que abria o berreiro (e ela nunca foi chorona tb!)
Daí na quinta passada dia 14/08 que o negócio desgringolou de vez. O sono noturno dela ficou terrível. Ela tem acordado de meia em meia hora e qdo dorme é se debatendo, gemendo, reclamando...
A única solução humanamente possível pra uma mãe que tem que acordar 15, 20 vezes na noite e ir trabalhar as 5h foi a cama compartilhada (no nosso caso sofá compartilhado) e nada tem resolvvdo.
A solução: PACIENCIA! E fé em Deus que vou sobreviver a mais essa crise.
As mamães que passaram por isso... Peloamordedeus me digam que vai passar logo! Kkkkkk
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| Foto feliz pra dar uma animada no post xexelento :) |
Uma nova fase...
Oi, princesa!
Hoje a mamãe quis escrever de novo pra vc pois amanhã começaremos uma nova fase nas nossas vidas.
Amanhã depois de 7 meses e 9 dias nós nos separaremos.
Serão só algumas horas por dia mas o suficiente pra mamãe achar que não vai aguentar.
Desculpe a mamãe ter chorado tanto nesses últimos dias mas está sendo bastante difícil saber que esse momento chegou.
Prometo que vai passar logo. A mamãe vai conseguir ser forte.
Por que tudo o que a mamãe está fazendo é para o seu melhor. Para que vc possa ter coisas boas, pra que possa continuar disfrutando de várias coisas com a mamãe e o papai. Mas mais do que tudo pra que vc tenha orgulho da mamãe que saiba que eu consigo cuidar do trabalho, da casa, do papai, do Theo e de vc, principalmente. E que tenha a mamãe como um bom exemplo na sua vida, para o seu futuro.
Mamãe sabe que vc vai estar mto bem com a vovó e o vovô. Vc vai brincar mto com eles e eles vão cuidar mto bem de vc.
Amanhã, pela primeira vez na sua vida, vc vai acordar e não vai ver a mamãe. Não se preocupe, meu amor, a mamãe promete que não demora e logo estará chegando pra te encher de beijos e cheros.
Caso vc sinta saudades da mamãe, respire fundo, feche os olhinhos e lembre-se de todos momentos maravilhosos que passamos juntinhas nesses 7 meses.
A mamãe tb vai tentar fazer isso. Espero que funcione.
Mas saiba que serão só essas horas que estaremos longe, no resto do tempo a mamãe será única e exclusivamente sua, minha maior prioridade.
Mamãe vai ser forte. Como vc me ensinou a ser.
Alice, amo vc mais do que tudo na vida.
Mamãe.
Hoje a mamãe quis escrever de novo pra vc pois amanhã começaremos uma nova fase nas nossas vidas.
Amanhã depois de 7 meses e 9 dias nós nos separaremos.
Serão só algumas horas por dia mas o suficiente pra mamãe achar que não vai aguentar.
Desculpe a mamãe ter chorado tanto nesses últimos dias mas está sendo bastante difícil saber que esse momento chegou.
Prometo que vai passar logo. A mamãe vai conseguir ser forte.
Por que tudo o que a mamãe está fazendo é para o seu melhor. Para que vc possa ter coisas boas, pra que possa continuar disfrutando de várias coisas com a mamãe e o papai. Mas mais do que tudo pra que vc tenha orgulho da mamãe que saiba que eu consigo cuidar do trabalho, da casa, do papai, do Theo e de vc, principalmente. E que tenha a mamãe como um bom exemplo na sua vida, para o seu futuro.
Mamãe sabe que vc vai estar mto bem com a vovó e o vovô. Vc vai brincar mto com eles e eles vão cuidar mto bem de vc.
Amanhã, pela primeira vez na sua vida, vc vai acordar e não vai ver a mamãe. Não se preocupe, meu amor, a mamãe promete que não demora e logo estará chegando pra te encher de beijos e cheros.
Caso vc sinta saudades da mamãe, respire fundo, feche os olhinhos e lembre-se de todos momentos maravilhosos que passamos juntinhas nesses 7 meses.
A mamãe tb vai tentar fazer isso. Espero que funcione.
Mas saiba que serão só essas horas que estaremos longe, no resto do tempo a mamãe será única e exclusivamente sua, minha maior prioridade.
Mamãe vai ser forte. Como vc me ensinou a ser.
Alice, amo vc mais do que tudo na vida.
Mamãe.
Tudo explicado.
Oi, queridas...
Demorei um pouco para postar, pq na segunda-feira, junto com a pediatra, levantamos várias hipóteses para a mudança de comportamento da Alice no último mês, e essa semana estivemos em teste e agora sim, posso dizer que descobrimos o que estava havendo.
É com imensa dor no coração que conto para vcs que minha Lili estava passando fome.
Isso mesmo, por alguma razão que desconheço meu leite diminuiu consideravelmente de quantidade e não era mais suficiente para saciá-la...
Para ser sincera esteve evidente diante dos meus olhos esse tempo todo e acho que me recusei a ver. O quanto meu leite diminuiu há 2 meses (qdo tive até que parar de doar), o quanto ela ficava e ficava no peito (e ela não era disso) e ainda assim depois chorava e chorava... e como chorava, coitadinha... e a certeza veio com a consulta que vimos que ela ganhou pouquissimo peso em um mês...
A solução: Nan após as mamadas. Eu não quis acreditar que era isso. Chorei muito, mas muito mesmo ao dar sua primeira mamadeira e vê-la mamando com tanto gosto.
Mas ver o quanto ela melhorou logo no primeiro dia, de certa forma confortou meu coração, ela ficou mais calma, menos chorona, muito mais sociável, feliz... minha Alicinha dos primeiros meses...
E logo eu que sonhei tanto com a amamentação exclusiva ter que passar por isso, no começo me abalou e muito, mas depois vendo o quanto minha filha está bem agora, isso é tudo que importa para mim!
Saber que fui a responsável pelo seu crescimento e sua saúde por 4 meses vai consolar meu coração para sempre. Lembrar os momentos em que estivemos juntas, só nós duas, olho no olho, enquanto ela se alimentava, vai ficar na minha memória eternamente. E ainda teremos muitos outros assim pela frente, pq não vou desistir tão fácil assim!
Ser mãe é isso, é saber nos adaptar aos obstáculos que aparecem ao longo do caminho, sempre pensando no nosso bem maior, nossos pequenos.
Se houvesse algo que eu pudesse dizer à ela, pediria desculpas. Desculpas por ter achado que eu não falharia com ela e não ter visto logo o que a incomodava tanto. Desculpas por ter, mesmo que sem querer, feito com que ela sofresse.
E prometo que enquanto Deus me permitir, vou continuar dando o meu leitinho à ela, mesmo que não seja mais sua principal fonte de alimentação, estarei sempre aqui, pra ela. E prometo tentar ser uma mãe melhor e continuar aprendendo com tudo mais o que viermos a enfrentar.
DESCULPEM não ter participado da BC dessa quinzena, simplesmente não deu!
Mas a próxima é sem falta!!!
Demorei um pouco para postar, pq na segunda-feira, junto com a pediatra, levantamos várias hipóteses para a mudança de comportamento da Alice no último mês, e essa semana estivemos em teste e agora sim, posso dizer que descobrimos o que estava havendo.
É com imensa dor no coração que conto para vcs que minha Lili estava passando fome.
Isso mesmo, por alguma razão que desconheço meu leite diminuiu consideravelmente de quantidade e não era mais suficiente para saciá-la...
Para ser sincera esteve evidente diante dos meus olhos esse tempo todo e acho que me recusei a ver. O quanto meu leite diminuiu há 2 meses (qdo tive até que parar de doar), o quanto ela ficava e ficava no peito (e ela não era disso) e ainda assim depois chorava e chorava... e como chorava, coitadinha... e a certeza veio com a consulta que vimos que ela ganhou pouquissimo peso em um mês...
A solução: Nan após as mamadas. Eu não quis acreditar que era isso. Chorei muito, mas muito mesmo ao dar sua primeira mamadeira e vê-la mamando com tanto gosto.
Mas ver o quanto ela melhorou logo no primeiro dia, de certa forma confortou meu coração, ela ficou mais calma, menos chorona, muito mais sociável, feliz... minha Alicinha dos primeiros meses...
E logo eu que sonhei tanto com a amamentação exclusiva ter que passar por isso, no começo me abalou e muito, mas depois vendo o quanto minha filha está bem agora, isso é tudo que importa para mim!
Saber que fui a responsável pelo seu crescimento e sua saúde por 4 meses vai consolar meu coração para sempre. Lembrar os momentos em que estivemos juntas, só nós duas, olho no olho, enquanto ela se alimentava, vai ficar na minha memória eternamente. E ainda teremos muitos outros assim pela frente, pq não vou desistir tão fácil assim!
Ser mãe é isso, é saber nos adaptar aos obstáculos que aparecem ao longo do caminho, sempre pensando no nosso bem maior, nossos pequenos.
Se houvesse algo que eu pudesse dizer à ela, pediria desculpas. Desculpas por ter achado que eu não falharia com ela e não ter visto logo o que a incomodava tanto. Desculpas por ter, mesmo que sem querer, feito com que ela sofresse.
E prometo que enquanto Deus me permitir, vou continuar dando o meu leitinho à ela, mesmo que não seja mais sua principal fonte de alimentação, estarei sempre aqui, pra ela. E prometo tentar ser uma mãe melhor e continuar aprendendo com tudo mais o que viermos a enfrentar.
DESCULPEM não ter participado da BC dessa quinzena, simplesmente não deu!
Mas a próxima é sem falta!!!
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Cansaço define
Oi, amigas!
Não conseguimos fazer a sessão de 3 meses da Alice na sexta, ia ser no parque e o dia amanheceu feio, nublado... ficou pra essa semana, vamos ver se o tempo ajuda...
Agora vamos ao título do post.
Acho que nunca deixei de ser uma mãe zumbi desde que Alice nasceu, mas essas semanas pra cá eu tô de parabéns. A galerona do The walking Dead ficaria com inveja
No post anterior falei do quanto Alice tá na suas crises de 3 meses né (ou achamos que é). E o sono da garota tá um caos!
As primeiros 4 ou 5h de sono ela dorme diretão, de boa. Só que dorme cedo, tipo no máximo umas 21h (não adianta, não consigo mantê-la acordada pra dormir mais tarde) ai depois dessas 5h de sono, ela mama e as vezes até dorme rápido mas ai começa o problema.
Sei lá porque cargas d`água ela acorda praticamente de hora em hora até amanhecer, gemendo, contorcendo, reclamando, mexendo sem parar... nada de fome, parece uma dorzinha de barriga mas ela nunca mais teve (até voltei a dar o Mylicon dela - sem sucesso).
E nisso, a mãe que toda orgulhosa por ter colocado a bebê no seu bercinho, acorda com CADA resmungada no quarto dela, a noite toda!
Imaginem meu estado!
Tô acabada, gente! É muito cansaço e sono pra um ser humano só!
Voltei a ser mãe de recém-nascido ....
E pra completar, lembram que eu falei que tá chatinha?
Elevem isso a quinta potência!
Sábado fomos em um aniversário e ela SÓ chorou! Pode isso? Não queria ir com ninguém, não queria ficar no colo... chorando, chorando e chorando! Ficamos meia hora e tivemos que vazar!
Tá complicada a coisa! Já liguei pra pediatra que pediu pra monitorarmos qualquer sintoma diferente, a temperatura meço a toda hora... parece ser só psicológico mesmo...
E eu reclamando que o 2o mês foi difícil! Ha-ha-ha!
Desculpem o desabafo assim pra começar a semana, mas... vamos assim, dia após dia, noite mal dormida após noite mal dormida
Não conseguimos fazer a sessão de 3 meses da Alice na sexta, ia ser no parque e o dia amanheceu feio, nublado... ficou pra essa semana, vamos ver se o tempo ajuda...
Agora vamos ao título do post.
Acho que nunca deixei de ser uma mãe zumbi desde que Alice nasceu, mas essas semanas pra cá eu tô de parabéns.
No post anterior falei do quanto Alice tá na suas crises de 3 meses né (ou achamos que é). E o sono da garota tá um caos!
As primeiros 4 ou 5h de sono ela dorme diretão, de boa. Só que dorme cedo, tipo no máximo umas 21h (não adianta, não consigo mantê-la acordada pra dormir mais tarde) ai depois dessas 5h de sono, ela mama e as vezes até dorme rápido mas ai começa o problema.
Sei lá porque cargas d`água ela acorda praticamente de hora em hora até amanhecer, gemendo, contorcendo, reclamando, mexendo sem parar... nada de fome, parece uma dorzinha de barriga mas ela nunca mais teve (até voltei a dar o Mylicon dela - sem sucesso).
E nisso, a mãe que toda orgulhosa por ter colocado a bebê no seu bercinho, acorda com CADA resmungada no quarto dela, a noite toda!
Imaginem meu estado!
Tô acabada, gente! É muito cansaço e sono pra um ser humano só!
Voltei a ser mãe de recém-nascido ....
E pra completar, lembram que eu falei que tá chatinha?
Elevem isso a quinta potência!
Sábado fomos em um aniversário e ela SÓ chorou! Pode isso? Não queria ir com ninguém, não queria ficar no colo... chorando, chorando e chorando! Ficamos meia hora e tivemos que vazar!
Tá complicada a coisa! Já liguei pra pediatra que pediu pra monitorarmos qualquer sintoma diferente, a temperatura meço a toda hora... parece ser só psicológico mesmo...
E eu reclamando que o 2o mês foi difícil! Ha-ha-ha!
Desculpem o desabafo assim pra começar a semana, mas... vamos assim, dia após dia,
Bjos! E que essa semana seja bem melhor!
E nessa quarta tem BC, não percam!
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