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Como está a alimentação da Alice?

Oi queridas! Todo mundo bem por aí né?

Lili está com 1 ano e 7 meses, ou seja mais de 1 ano que começou sua introdução alimentar. MUITA  coisa mudou de lá pra cá... e como está a alimentação dela hj?!

-Já come comida normal, da casa.

-Mas não dispensa uma sopinha, mas td em pedaços, nada amassada.

-Gosta de tds as frutas, exceto abacate e come td em pedaços e com as mãos.(No momento as favoritas são banana e uva)

 -Adora suco, qq um, mas o preferido é de laranja. Continua tomando sem açúcar.

-Come sozinha com a colher e raramente aceita ajuda rs (qdo não consegue pegar com a colher come com as mãos mesmo rs)

-Continua comendo bem e de tudo, mas lógico passa por crises (picos, dentes, mal humor...) e alguns dias só quer saber de leite.

-Bebe bastante água. Tem uma garrafinha que sempre fica acessível aí bebe o dia todo.

-Continuo me preocupando mto com a alimentação saudável dela porém estou bem mais tranquila pois já sei que criamos bons hábitos nela. Qdo saímos e não é possível ela bebe suco industrializado. Alguma vez na semana (geralmente fim de semana) ela come "porcaria" conosco: hambúrguer, pastel, pizza... qdo ela vai em festas deixo comer doces e guloseimas. Tudo com moderação e sem paranóia.

-Não come mais no cadeirão, só na sua mesinha e cadeirinha. (dessas comuns de plástico, infantis)

-Bebe umas 3 mamadeiras por dia (depois do almoço antes da soneca da tarde, antes de dormir a noite e uma de madrugada).

-Nos intervalos das refeições (café da manhã, almoço e janta) faz vários "lanchinhos" gosto que ela coma pelo menos dois tipos de frutas ao dia mas dou tb biscoito de polvilho, bolachas integrais e quitandas (ela ama!) bolo, pão, pão de queijo...

-No almoço e janta geralmente tem arroz, feijão (tem que ter o grão inteiro), um ou dois legumes cozidos (os preferidos são batata, abóbora cambutia e milho), uma carne (bovina, de frango em pedacinhos ou moída) e alguma outra mistura (geralmente macarrão, ou ovo cozido ou omelete de legumes...)

-Com 1 ano percebemos uma intolerância a lactose e além do leite tivemos que alterar um pouco a rotina alimentar. Falo sobre isso em um post especial.

Acho que por eqto isso é td!
Bjos e até a próxima!!!


Uma das últimas fotos no cadeirão (comendo goiaba)

Comendo mini melancia

Alguns exemplos de pratos da Lili (gente não sou dessas cozinheiras que postam pratos lindos no instagram tá rs aqui é comidinha bem caseira):
Arroz, feijão, bife bovino, batata cozida e omelete de tomate e cenoura

Arroz, feijão, purê de batata, frango e farofa de banana.

Minha mocinha <3


Alimentação saudável sim! Dá licença?!

A maternidade é feita de escolhas.
E de críticas, consequentemente.

Quase 11 meses de experiência no assunto (ó que vasta experiência rs) já me deram alguma experiência (e bastante cara de alface) pra lidar com tantas críticas/palpites que vem de todos os lados e em todos os assuntos.

Mas de uns meses pra cá tem umas críticas tão absurdas que estão, literalmente, dificeis de engolir.

Desde que Alice começou sua introdução alimentar eu decidi que faria o máximo possível para que pelo menos nos seus primeiros anos de vida, fosse a mais saudável possível.

Não tem sido fácil, mas estou conseguindo. Não sou paranóica, nem nada disso. Tipo, já dei papinha Nestlé e danoninho (no desespero das fases em que não comia, mas graças a Deus ela não gostou) Mas evito ao máximo alimentos/ bebidas industrializadas, leite de vaca (e produtos derivados) e doces (ou alimentos com muito açúcar).

Quem discorda de mim, beleza!

Mas e o tanto que sou criticada pela minha decisão?

Nos últimos tempos tô cansando de ouvir: "vou arrumar um copinho de refrigerante pra ela!" E eu: "ela só tem 10 meses não bebe refrigerante" e escuto: "nossa ainda não bebe? tadinha! então vou arrumar um suquinho de caixinha pra ela" e aí eu choco a geral: "ela não bebe suco de caixinha, só suco natural e sem açucar." (e por isso eu sempre faço e levo onde vamos pra evitar inconvenientes assim)

Aí diante de caras de horror e choque e ainda mais quando completo: "ela nunca comeu chocolate/ bala/pirulito..." sempre escuto resmungos de "que chata""vai criar essa menina numa bolha" e a melhor de todas que já ouvi "por isso que essa menina tá magrinha assim!"

Haja cara de alface!

Não estou aqui criticando ngm que dá tudo isso acima para seu bebê, cada mamãe tem direito a suas escolhas.

E essas são as minhas.

Sei que logo logo ela estará exposta a tudo isso (mesmo pq quero sim que um dia ela conheça todas essas coisas gostosas, pq não?) Mas pra que começar tão cedo?! Ela tem a vida inteira pra conhecer esses alimentos que são tão bons pro paladar e tão ruins pra saúde né? Que a minha parte eu vou fazer...

Posso cuidar da alimentação da minha filha em paz?!


Bjos!!!!

Aqui a alimentação é tão saudável que come até folhas kkkkkk 

E quando tudo vai mal...

... pode ficar pior ainda!

Haha lá vai a Lalah com o drama!

Mas é sério gente! rs Quando tudo já tava lascado com essa infeliz dessa crisr dos 8 meses (que sim, continua firme e forte por aqui...) Alice ainda adoeceu :(

E pela primeira vez ouvi falar numa doença que nem imaginava existir: impetigo.

E justamente pra ajudar alguma mãe caso passe por isso resolvi escrever, já que o diagnóstico as vezes não é mto fácil.

A boa notícia é que é uma doença "simples" (se é que existe doença simples pra alguma mãe...) comum da infância e razoavelmente fácil de tratar.

Por aqui td começou com duas picadinhas de inseto (uma nas costas e outra na área das costelas) que com o passar dos dias foram só aumentando o tamanho, ficando mais vermelhas e abriram bolhas que virou feridinha.

Ela não parecia incomodada e não interferia em nada sua rotina, mas como sou mto alérgica decidi ir a pediatra pra ver o que ela me dizia.

Ela passou antialergico e uma pomada e disse que "qualquer coisa procurasse ela de novo"

Nos próximos dias, mesmo com tratamento, a coisa ficou realmente feia. Em torno das duas primeiras 4 dias depois já tinham surgido 19 do mesmo jeito, bolhas que viravam feridas.

Confesso que demorei 4 dias pra procurar a médica de novo (embora eu sentisse que não era alergia ficava sempre a espera do remédio fazer efeito...)

Ai a médica explicou que se espalhou não era alergia e pela aparência era uma doença chamada impetigo.  Que é qdo as bactérias naturais que rondam a pele entram por algum ferimento e espalham pela pele.

Foram 8 dias de um antibiótico bem forte que foi ótimo pras feridinhas porém detonou o estômago dela que já não estava comendo bem agora então é leite e só.

Agora graças a Deus já está td cicatrizando e o apetite voltando a passos de tartaruga.

E é isso. Mas uma experiência no meu currículo de mãe.

Ótima semana pra tds! Bjos!

Para as mamães vegetarianas

Bom dia, queridas!

Quem me conhece já sabe que sou vegetariana, né? Bom na verdade não posso me considerar literalmente vegetariana pois só não como carne vermelha, um franguinho grelhado, um peixe gostoso eu como tranquilo.
Mas como nunca na vida comi carne vermelha desde novinha aprendi a adaptar a minha alimentação para não ter anemia. E já faz mtos anos que não tenho nada, incluindo agora na gravidez.

Aí a maioria das pessoas perguntas: "nossa, mas não comer carne não faz mal pro bebê não? " Na verdade se vc não se alimentar bem ou não fazer as substituições pode fazer sim, mas dá pra contornar isso tranquilamente.

E como de vez em quando recebo queixa de amigas gravidinhas que de tanto enjoo não podem nem ver carne na frente, fica a dica aqui tb pra se cuidarem direitinho sem precisar comer forçadas. Vamos juntas ver essa reportagem do site Bebê Abril e espero que possa ajudar quem precisa.


gravida-vegetariana
Getty Images
“Não come carne? E o bebê?” Se você é adepta do vegetarianismo, prepare-se para ouvir essa pergunta. O segredo do sucesso é equilibrar a dieta de maneira segura e não descuidar dos suplementos


"Quando engravidei, descobri duas coisas. Primeiro, ninguém acredita que dá para ter uma gestação saudável sendo vegetariana; e, segundo, alguns obstetras não sabem orientar quem segue essa dieta”, conta a assessora de imprensa Sílvia Varuzza, 40 anos, mãe de Arthur, 1 ano, de São Paulo.
O jeito foi recorrer a um nutricionista amigo. “Antes, eu era vegana e não ingeria nada de origem animal. Com a gravidez, resolvi fazer concessão a ovos e laticínios, embora soubesse que daria para passar sem eles”, conta Sílvia. É fato: a gravidez traz necessidades adicionais e a assessoria de um nutrólogo ou nutricionista será indispensável para planejar seu cardápio nos próximos nove meses.
O importante é não fazer adaptações por conta própria nem assumir atitudes radicais, como dispensar os suplementos receitados. “Essa regra vale para toda mulher, independentemente da dieta. Sempre podem surgir carências, seja porque a alimentação é deficiente, seja porque há problemas de absorção”, diz a obstetra Mary Uchiyama Nakamura, da Universidade Federal de São Paulo.

Sem culpa
A combinação gravidez e vegetarianismo conta com o aval de organizações como a American Dietetic Association, a maior entidade de dietistas e profissionais de nutrição do mundo, sediada nos Estados Unidos. “Estudos científicos concluíram que não há diferenças significativas de saúde entre os filhos de vegetarianas e de mulheres que consomem alimentos de origem animal”, garante a nutricionista Paula Gandin, de São Paulo, especializada em alimentação vegetariana.
Segundo esses estudos, há até algumas vantagens para a mãe. “Por ser pobre em colesterol, a dieta vegetariana está associada a menor risco de doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2 e hipertensão. São questões importantes na gestação, quando, dependendo da predisposição, a mulher pode desenvolver pré-eclâmpsia e diabetes gestacional”, diz a nutricionista Astrid Pfeiffer, de São Paulo, autora de A Cozinha Vegetariana de Astrid Pfeiffer (Alaúde).
Outra boa notícia é que o ácido fólico (vitamina B9), essencial para a formação do sistema neurológico do bebê, geralmente é encontrado em nível elevado nas vegetarianas, por causa da ingestão de folhas verdes, fonte natural dessa vitamina. Mesmo assim, a suplementação é recomendada a todas as grávidas, sem exceção.

Para ficar esperta
Apesar de se basear em hortaliças, cereais, grãos e sementes – todos indiscutivelmente saudáveis –, o excesso de carboidratos pode ser uma armadilha na dieta vegetariana. Que o diga a empresária Ivonete do Amaral Diaz Nakashima, 35anos, mãe de Kelcy, 14 anos, e de Kenon, 2. Dona de um delivery de alimentos naturais em São Paulo, ela aderiu ao veganismo logo depois do nascimento da filha. Ao engravidar do caçula, até o médico se surpreendeu com os bons resultados dos seus testes. “Foi tudo ótimo. Mas acabei engordando além do que devia por causa da ansiedade descontada nos pedaços de pizza”, confessa ela.
A saída é simples: substitua pão, macarrão, biscoitos e farinhas refinadas pelas versões integrais. Elas são mais ricas em fibras, que aumentam a sensação de saciedade e ainda têm a vantagem de estimular o funcionamento intestinal, naturalmente mais lento na gravidez. Vá devagar, também, com o açúcar ou mel – mesmo não refinados, eles são superengordativos. E, por último, siga à risca as quantidades estabelecidas pelo nutricionista, pois elas foram calculadas sob medida para as suas necessidades.Com esses cuidados, dificilmente você terá que lutar contra um ganho excessivo de peso.

Reforço indispensável
Não é só o que entra no cardápio que precisa ser bem planejado na gravidez da mãe vegê (e, mais tarde, na amamentação). “As suplementações de nutrientes, em especial daqueles que têm como fonte principal a carne, exigem atenção, inclusive das grávidas que consomem ovos e laticínios”, alerta Mary. É o caso da vitamina B12, não encontrada em vegetais e essencial para a formação dos glóbulos vermelhos e o funcionamento do sistema neurológico.
Você está se perguntando por que, mesmo sendo vegana, nunca teve carência dessa vitamina antes? O mérito é das bactérias que vão de carona nos vegetais ou que já estão no trato intestinal e a fornecem para seu corpo. Mas não dá para contar com isso na gravidez, não é mesmo?
Vegetariana há seis anos, a empresária Mariana Betioli, 31 anos, de São Paulo, preferiu não arriscar quando engravidou da pequena Bianca, hoje com 1 ano e 5 meses. “Eu já não estava me alimentando direito por causa dos enjoos. Quando os exames apontaram que a vitamina B12 estava baixa, tomei o suplemento, com orientação da minha médica”, lembra.

Vitamina já
O ferro, o zinco, o ômega 3 e o cálcio estão na lista dos nutrientes muito importantes para a futura mãe

Ferro
É essencial para prevenir a anemia, que implica em riscos como parto prematuro e baixa oxigenação e nutrição do feto. A principal fonte de ferro é a carne bovina, mas ele também está presente em feijão, ervilha, lentilha, grão-de-bico e vegetais de folhas escuras. Todas as grávidas são orientadas a suplementá-lo.

Zinco
Regula o metabolismo e a produção de hormônios,além de manter o sistema imunológico sadio. Um estudo publicado no Journal of Pediatrics, em 2010, mostrou que níveis adequados de zinco no organismo materno protegem os bebês de diarreias graves, no primeiro ano de vida. É encontrado em carnes magras, ovos e sementes de abóbora, gergelim e gérmen de trigo.

Ômega 3
Protege contra inflamações e ajuda a regular o metabolismo das gorduras, o funcionamento cardiovascular e a pressão arterial. Alguns estudos garantem que previne pré-eclâmpsia e depressão pós-parto. É fornecido por peixes de águas profundas, como sardinha, atum e bacalhau. Nozes, castanhas, rúcula e óleos vegetais, como o de canola, são outras fontes de ômega 3.

Cálcio
Reduz o risco de pré-eclâmpsia, regula a coagulação sanguínea e o fluxo de nutrientes para o feto, sendo indispensável para o desenvolvimento e o crescimento do bebê. Sardinha, manjuba e laticínios fornecem o mineral em abundância. Brócolis, couve e gergelim são outras opções. “Pratos à base de tofu e leite de soja enriquecido com cálcio, grãos e folhas escuras precisam ser reforçados no cardápio”, ensina Astrid.

Põe na mesa
Dieta boa é aquela feita especialmente para você. E isso é ainda mais verdadeiro para grávidas vegetarianas e veganas. Quem garante são as nutricionistas Paula Gandin e Astrid Pfeiffer, de São Paulo, que apontam alimentos que não podem faltar no seu dia a dia. As quantidades e possíveis substituições, porém, variam de uma pessoa para outra e dependem da avaliação do seu nutricionista.

Para vegetarianas

Desjejum
Frutas vermelhas (morango, uva, amora, framboesa) com cereal integral e bebida à base de soja, enriquecida com cálcio.
Lanche da manhã
Uvas-passas e mix de castanhas.
Almoço
Arroz integral, feijão, abóbora cozida, couve-manteiga refogada e salada de alface roxa, escarola, cebola e tomate-cereja, temperada com azeite de oliva e óleo de linhaça. Para a sobremesa, abacaxi com raspas de limão.
Lanche da tarde
Torradas integrais com patê de tofu e ervas finas e suco de frutas enriquecido com cálcio.
Jantar
Purê de mandioquinha, grão-de-bico, cenoura refogada com alho-poró e óleo de gergelim, salada de rúcula, damascos e lascas de amêndoa, temperada com azeite de oliva.
Ceia
Figos secos.

Para veganas
Desjejum
Pão integral, tahine (pasta de gergelim) com melado e suco de laranja com linhaça dourada.
Lanche da manhã
Castanha-do-pará e frutas secas.
Almoço
Salada e legumes à vontade, arroz integral e grão-de-bico. De sobremesa, goiaba.
Lanche da tarde
Granola, mamão e leite de cereais.
Jantar
Salada à vontade, quinua com legumes e tofu grelhado.
Ceia
Fruta


Bjoooos!!!!